sexta-feira, 20 de abril de 2012

Tentei virar-te a cara,
Dizer-te que não,
Sem olhar para trás.
Abandonar-te e não sentir.
Mas a tua vida era mais importante.
As tuas plavras sempre me traçaram o mapa da mente.
Mesmo que não te importes,
Mesmo que não o sintas…
Não podia deixar-te ir,
Não podia deixar-te morrer.
Mesmo que não o penses.
Poderia matar, magoar e morrer
Desde que me amasses e ficasses comigo.
Como posso saber se é verdade?
Se é a realidade?
Se realmente me queres?
Não podia mais ficar,
Ver-te sofrer,
Fazer-te sofrer.
Não podia mostrar o que sentia.
Não podia, não queria.
Eu tinha razão.
Eu sabia o que fazia!
E por todas as palavras,
Não posso pedir perdão.
Eu tenho razão.
Não o podes negar.
A vitória pertence-me.
Mesmo que seja um abraço da morte…
Mesmo que não torne a ver o teu sorriso…
Ouvir as tuas palavras…
Sentir o teu toque…
Cumprirei a minha promessa,
E ninguém,
Nem o teu amor,
Me vão impedir.
A vitória pertence-me.
E eu partirei.
De sorriso nos lábios…
Por ti. E só por ti.